OR #4 Lukács e a história, consciência de classe e arte de esquerda

Passou da hora de compreender o marxismo um pouco mais a fundo, não apenas por slogans, críticas superficiais, jargões ou material de segunda mão, mas diretamente da fonte e com cuidado intelectual, inclusive para evitar de verdade que Marx transforme seu filho num comunista.

A crítica detalhada e bem argumentada depende disso. O OliverTalk inicia, portanto, uma nova série de lives constantes (tal como a nossa série de Artes), visando oferecer uma formação sobre o marxismo clássico. Isso será feito por meio da leitura, análise e discussão de obras marxistas, começando pelo clássico panfleto Manifesto do Partido Comunista.

A série é perene, pois há muitas obras filosóficas de Marx que são extremamente importantes para compreender efetivamente o que é o marxismo, bem como seu alcance pernicioso – que é para onde as pessoas costumam prestar atenção.

Chegamos ao quarto episódio da série Os Revolucionários! O personagem de hoje é o pensador húngaro György Lukács (1885-1971), autor de obras como História e Consciência de Classe e Ontologia do Ser Social.

György Lukács é um pensador de extrema importância para todos que pretendem entender a cultura marxista, movimento e mente revolucionários e sobre como uma “estética marxista” é possível.

Embora seja, provavelmente, o pensador menos conhecido e discutido até agora, Lukacs não é menos importante ou menos perigoso, pelo contrário, talvez seja tão ou mais importante e perigoso quanto os anteriores.

Isso porque Lukacs, tal como Gramsci, tinha os problemas relacionados a cultura em alta consideração e porque é o criador do chamado “realismo socialista” em estética.

Qualquer obra, especialmente literária, que não siga os ditames marxistas é automaticamente considerada burguesa e reacionária e deve ser proibida.

Lukacs pode ser considerado uma espécie de Torquemada da esquerda, um verdadeiro indexador marxista.

Por fim, Lukacs também era movido por um profundo ódio. Ódio à burguesia, ao Ocidente e ao capitalismo. E é possível enxergar as marcas disso na sua obra.

Ouça todos os detalhes no episódio número 4 da série.

Romanini da Wake Up Imperium

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